05 junho 2012

somos mesmo "mal educados" ! ! ! !

Como defensor protecionista do meio ambiente, não poderia deixar de conotar algumas linhas neste dia , 05 de junho, dia mundial do meio ambiente. 
Um dia desses, em uma bela praia do litoral Bahiano, "clickei" algumas situações, que não calam a boca :   somos mesmos mal educados ! ! ! ! !
vejam e reflitam .  
na primeira chuva, imagina aonde vai parar este lixo todo....


este vai levar uns anos para se decompor ........

07 maio 2012

Somos Educados ???

Na escola e nossos pais, nos educaram à dar cumprimentos, à sermos corteses, à mastigar de boca fechada, a não sermos e dizer palavras vulgares. Variando talvez a qualidade, mas estamos praticamente “educados” e até ensinamos educação à outros, que consideramos ainda nem tanto quanto somos.
Agora , vamos falar de Educação Ambiental !!   
Quando vc ouve esta frase, logo te vem na mente a escolinha primaria , alunos sentadinhos nas carteiras ouvindo atentamente os ensinamentos da professora ??
Nada disso !! 
Educação ambiental é o conjunto de atitudes comportamentais de civilidade e na sua repercussão sobre nossa sobrevivência e das nossas gerações futuras neste planeta.
Como não temos, por enquanto, outro planeta como “plano B”, cabe-nos assumir imediatamente a postura e posicionamento de defensor da preservação do planeta Terra, e nos tornarmos  Educadores Ambientais.
Posicionemo-nos então como Educador Ambiental . Primeiro, para nós mesmos.  Quando nos sentirmos “educados” , então verdadeiramente estaremos contribuindo para a nossa preservação. Sem falsas ilusões, ficar na espectativa de que alguém, algum cientista , algum dia, descobrirá uma formula mágica que sozinha, sem ajuda de nenhum mortal, faça as matas voltarem a cobrir áreas desmatadas, os plásticos degenerem em pouco tempo,  as águas voltm a brotar das nascentes e encher os córregos, rios e cachoeiras. 
Convido o seguidor deste blog a fazer uma auto avaliação  do seu grau de civilidade o a quanto anda a sua educação ambiental .
E a coisa começa a “pegar” logo ao acordarmos. Quer ver ?
Enquanto escova os dentes, ou ao fazer a barba, vc mantém a torneira aberta ?
No banho, enquanto vc se ensaboa, o chuveiro está ligado ?
A louça do café da manhã é juntada com a do almoço e jantar na maquina lava-louça?
No prédio de casa ou do escritório, vc “chama” todos os elevadores para pegar o que mais rápido chegar ?
Seu carro ou moto é flex?
E na alimentação ? vc escolhe produtos naturais ou os mais industrializados ?
De volta do trabalho, no seu carro,  vc oferece carona ao colega ?
Após utilizar-se dos alimentos , as embalagens vc limpa para que possam ser recicladas? São depositadas e disponibilizadas para coleta seletiva ?
Pronto, agora vc já está dormindo, com o ar condicionado ligado e tendo bons sonhos !!
Pense no seu dia-a-dia e veja quanto vc está usando do bom senso para REDUZIR, REAPROVEITAR, RECICLAR o que for possivel e que esteja dentro do teu alcance. Sem esforço ou privação da qualidade de vida que vc acha ser de bom nível para vc.
Tenho certeza que vc vai se espantar com o que VOCE poderá reduzir ,  reaproveitar e reciclar.
Mãos à obra  Professores  ! ! ! ! !


01 abril 2012

ECO Soluções 5 - Tratamento e reuso de aguas do esgoto domestico

Gostaria de tecer alguns comentários, sobre a água, um produto que consumimos diariamente, e só nos damos conta quão precioso é ou a falta que nos faz, quando vamos abrir a torneira e .nada sai dela.  Aquele banho não acontece, a barba fica por fazer , o dente sem escovar e o feijão fica sem cozinhar . 
Pois é, ainda desperdiçamos muita agua , achando que este é um problema , mas que alguem irá resolver ... 
Ledo engano . A continuar da carroagem , prevê-se que em 2030 estaremos racionados, e pagando muito, mas muito mais caro a água que hoje, facilmente escorre torneira afora.
Vamos a alguns números .
Uma pessoa para suas necessidades diárias, utiliza em media 200 litros de água tratada por dia em sua residência.  Uma família de 4 pessoas, ao longo de um mês consome cerca de 24.000 litros , ou 24m³.   Aqui não estão incluídas, as lavagens do veiculo de final de semana , do cachorro e nem a vassoura hídrica.
Destas consumidas , 40 % são geradas pelas descargas sanitárias e os 60% restante , são sugadas pelos ralos da pia e Box do chuveiro do banheiro, da pia da cozinha,  da maquina de lavar pratos, e da maquina ou tanque de lavar roupa. Todos consumos necessários para o trato social pessoal e da existência.  Alem das boas praticas de redução de consumo da água na residência, podemos reutilizar estas águas que nos serviram na primeira etapa, para usos não alimentares, permitindo ao final destes ciclos combinados, reduzir o consumo em até 40%. São quase 10.000 litros por mes.  Imagine multiplicar estes numeros pela quantidade de residencias no municipio. 
ECO SOLUÇÔES, pesquisou e encontrou uma forma alternativa de reuso de águas servidas. È o que se chama tratamento de “águas cinzas” , e “águas negras” (sanitários) , quando separadas  permitem serem reaproveitada,s reduzindo portanto, o desperdício e prorrogando a inevitável situação de colapso futuro.
 Tratar as Aguas Cinzas e Aguas Negras , habilitá-las para o reuso em jardins , lavagens de pisos, veículos, e também, reutilização nos vasos sanitários, é uma opção simples de colaborar com o meio ambiente. O processo é bastante simples, natural, aproveitando a ação purificadora das raízes de algumas espécies de plantas, incluídas no paisagismo do imóvel.


Estes sistemas chamados de ETAC (Estação de Tratamento de Aguas Cinzas) podem ser instalados em predios e condominios horizontais, requerem espaços reduzidos para os equipamentos, bastando estarem previstas no projeto de construção.

Mais uma ECO Solução, colaborando para a preservação do ambiente.
Por Renato Ariboni, biólogo    ariboni.renato@gmail.com 

25 março 2012

ECO Soluções : Reuso de agua resultante do tratamento de esgoto

Em uma estação de tratamento de esgoto, depois dos processos de degradação biologica do esgoto, os produtos resultantes são basicamente, agua e lodo .  Em continuidade a serie ECO SOLUÇÔES deste blog, mostraremos um ensaio realizado na ETE Samambaia,  uma das estações de tratamento de esgoto no Municipio de Campinas, São Paulo, operado pela SANASA.
Objetiva-se com este estudo, a validação desta tecnica alternativa de retirada de agua livre  do lodo gerado pos tratamento da estação, atravez do sistema de bolsa desaguadora.

A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Samambaia está localizada na região Sudeste de Campinas numa área de 7,0 hectares. Esta estação tem a capacidade de tratar até 150 litros de esgoto por segundo de uma região onde vivem cerca de 60 mil habitantes. O esgoto é levado até ela, através de mais de 4 mil metros de interceptores.

A ETE Samambaia, se apresenta estrategicamente localizada, uma vez que o curso d água receptor (Ribeirão Samambaia) é contribuinte do Ribeirão Pinheiros, que por sua vez, desemboca no Rio Atibaia, 2 quilômetros acima da captação de água da Sanasa, responsável pelo abastecimento de 90 porcento da população da cidade.
 
O teste iniciou-se verificando qual tecido desempenharia melhor a retirada de agua livre do lodo, para tal, coletamos varias porções de lodo do decanter, antes do envio à centrifuga, de forma a ter amostras homogeneas para o teste, de forma a evitar distorções nos resultados.

Testes de eficiencia de desaguamento de lodo de ETE

Encontrado o tecido adequado, passamos ao teste pratico, utilizando duas bolsas teste simulando já uma disposição de instalação final , quando então serão utilizadas bolsas desaguadoras de tamanho 50 vezes maior. 
Conectou-se a tubulação do tanque de adensamento e bombeou-se o esgoto adensado para as bolsa desaguadoras e acompanhamos os desempenhos, quanto a vazão de enchimento, vazão e turbidez (NTUs) de agua percolada , e o tempo da operação. Os resultados foram planilhados e avaliados conjuntamente com os tecnicos do laboratório da estação.

Os resultados
As curvas de desaguamento encontradas ( Vazão X Tempo) demonstraram viabilidade tecnica do sistema, visto a eficiencia do processo , e que os ensaios não utilizaram a adição de polimeros , que aumentariam a velocidade de desaguamento.
Os procedimentos de ensaios e resultados foram acompanhados pelo gerente ,  tecnicos e operadores da estação, quais agradecemos a atenção e a presteza em nos auxiliar, sem os que , não conseguiriamos  consecutar o planejado.

 fotos da ETE Samambaia
lodo saido do decanter

Evaporação e nebulosa de gas metano gerado pelas bacterias decompositoras

MAIS uma  ECO SOLUÇÃO  para o reaproveitamento de agua
Por Renato Ariboni, biologo   ariboni.renato@gmail.com 

18 março 2012

ECO Soluções 3 - Utilização de Lodo de Esgoto tratado (biossólido) em Plantações Florestais

Introdução
Alguns municípios brasileiros têm estações de tratamento de esgoto, onde é gerada grande quantidade de resíduo sólido, cujo destino final deve levar em consideração fatores econômicos, ambientais, sanitários e sociais envolvidos.
O reaproveitamento desse resíduo em plantações florestais como fertilizante e condicionador de solo parece ser uma das opções mais indicadas, pois além de vantagens nos diferentes fatores citados anteriormente, o lodo de esgoto tratado (biossólido) pode trazer benefícios ao plantio florestal com a diminuição da adubação química convencional e o aumento da produtividade.
Área Florestal
É importante ressaltar que o lodo de esgoto urbano deve ser devidamente tratado antes de ser utilizado nas plantações florestais. Nesse tratamento os objetivos principais são a diminuição dos patógenos e do teor de água. Depois de tratado, torna-se um produto rico em matéria orgânica, nitrogênio, fósforo, cálcio e micronutrientes, agregando ainda partículas minerais que podem melhorar as características físicas e químicas do solo.
O uso do lodo em plantações florestais pode ser considerado ainda mais atrativo, se considerarmos que:
1- Os produtos dessas culturas não se destinam à alimentação humana ou animal;
2- As aplicações são realizadas com grandes intervalos de tempo (5 a 7 anos) o que gera baixo impacto sobre o ecossistema;
3- Existem extensas áreas de florestas plantadas disponíveis;
4- As plantações florestais ocupam geralmente solos de baixa fertilidade;
5- A malha de raízes finas absorve de imediato os nutrientes liberados pelo lodo;
6- Facilidade de aplicação nos talhões em qualquer época de desenvolvimento do plantio;
7- Imobilização dos nutrientes na biomassa lenhosa (fitoremediação) e seqüestro de CO2.
Por outro lado, sabe-se que nas grandes cidades industrializadas (por exemplo, São Paulo), o esgoto doméstico chega à estação de tratamento misturado com o esgoto industrial, o qual freqüentemente carrega metais pesados. Esses componentes, quando em níveis elevados, são tóxicos e podem tornar inviável a utilização do lodo nos plantios florestais e nos agroecossistemas de modo geral.
Experimentos na área florestal
Os experimentos têm duas vertentes: a primeira de caráter florestal - diminuir a adubação química convencional mantendo ou incrementando a produtividade das plantações florestais e a segunda, de caráter ambiental e ecológico - destinar esse resíduo, em larga escala, de modo seguro ao ecossistema.
Estudos sobre a utilização do lodo em plantações florestais estão sendo conduzidos desde 1998 sob coordenação do professor Fábio Poggiani, do Departamento de Ciências Florestais da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” e têm apresentado resultados interessantes.
Inicialmente foram implantados dois experimentos na Estação Experimental de Itatinga, pertencente a ESALQ/USP e atualmente existem seis experimentos na Estação Experimental e diversos outros implantados nas empresas florestais: Duratex, Eucatex, International Paper, Ripasa, Suzano e Votorantin Celulose e Papel. Esses experimentos, de modo geral, estão avaliando o melhor modo de aplicação, a dosagem adequada, o crescimento das árvores, a sustentabilidade florestal e os possíveis impactos ambientais.
O projeto envolve pesquisadores da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ) e é desenvolvido em parceria com o Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF), Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA), Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP) e empresas florestais.
Nos experimentos implantados na Estação Experimental, foram realizados vários estudos podendo-se destacar:
Estudo 1 - Ciclagem de nutrientes após aplicação de lodo de esgoto (biossólido) sobre latossolo cultivado com Eucalyptus grandis - Autores: Pesquisador Dr. Marcelino Carneiro Guedes e Prof. Dr. Fábio Poggiani
O objetivo do trabalho foi estudar o efeito da utilização do lodo em um povoamento de Eucalyptus grandis tanto na produção de biomassa como na ciclagem de nutrientes. Os resultados mostraram que a aplicação de lodo alterou o desenvolvimento e o estado nutricional dos eucaliptos, bem como os padrões de reciclagem dos nutrientes:
i) A produção de fitomassa arbórea pelos eucaliptos que receberam o lodo foi significativamente maior do que no tratamento testemunha e, em média, maior também do que na fertilização mineral;
ii) A aplicação do lodo propiciou, na fase final da rotação, maiores estoques de nutrientes em todos os compartimentos do ecossistema, obtendo maiores teores de P, Ca e Zn no solo onde biossólido foi aplicado, o que evidencia maior capacidade em manter a sustentabilidade produtiva do ecossistema quando se aplica biossólido.

Alternativas para o reaproveitamento do lodo de esgoto , é o tema deste 2º capitulo da Serie ECO SOLUÇÕES do blog .

Lodo de esgoto é um resíduo rico em matéria orgânica gerado durante o tratamento das águas residuárias nas Estações de Tratamento de Esgotos (ETEs). Biossólido é o nome dado ao lodo de esgoto, tratado ou processado, com características que permitam sua reciclagem de maneira racional e ambientalmente segura.
No Brasil, a disposição final do lodo geralmente é o aterro sanitário. Além do alto custo, que pode chegar a 70 % do custo operacional de uma ETE, a disposição de um resíduo com elevada carga orgânica no aterro, agrava ainda mais o problema com o manejo do lixo urbano. Em países da Europa e América do Norte, o lodo geralmente é incinerado, depositado em aterros sanitários ou utilizado em áreas agrícolas, dependendo das características do resíduo.
Entretanto, o aproveitamento do biossólido na agricultura como adubo só é permitido, se todos os requisitos qualitativos e monitoramento das áreas aplicadas estabelecidos pelo CONAMA, estiverem rigorosamente atendidos.
Venho acompanhando a anos este tema, verifica-se existirem muitas iniciativas de reaproveitamento agricola do lodo, e destaco aqui a experiência aplicada na silvicultura.



20 fevereiro 2012

ECO soluções para o Lodo Gerado no Tratamento de Efluentes (1)

À tempos venho pesquisando formas alternativas de aproveitamento de lodos gerados pelos processos de tratamento de efluentes industriais, em estações de tratamento de águas e esgoto, e a partir deste blog, estarei expondo minhas experiências nestes focos, começando neste primeiro tempo , pelo sistema de “bags desaguadores” .
Trabalhei alguns meses no desenvolvimento de um sistema de desaguamento de lodos, realizado através de bolsas , fabricadas em geotecido, eu e meu colega "véi" de faculdade, ( assim falando, parece que foi ontem, mas já se foram mais de trinta anos....) ,  Paulo Roberto Cielo.
Este sistema, batizado de AmbientalBag™ , foi modelado baseando-se nas necessidades verificadas junto a clientes, que precisavam desaguar lodos gerados em seus processos industriais e no tratamento de efluentes, mas que necessariamente devessem ser de baixo custo, eficientes e que não envolvessem maiores investimentos com infra-estruturas e mão de obra altamente especializada , além das autarquias municipais, que devolvem para a natureza, os residuos finais resultantes do tratamento da água coletada dos mesmos mananciais.
Vale a informação que qualquer processo industrial de transformação de matéria, pode gerar resíduos , e quando estão envolvido líquidos no processo, estes, antes de serem descartados, precisam ser tratados , começando pela filtração, passando pelo tratamento químico, até a desidratação, conforme conveniência e atendendo a legislação ambiental pertinente. O objetivo portanto,  é atender a legislação e conseguir maximamente reaproveitar o que se pode dos efluentes.
Neste ponto, derivamos o assunto, para o estudo da questão de lodos de Estações de Tratamento de Aguas , as ETAS.
Por que o reaproveitamento de lodo de ETA ?
Antes, uma breve introdução ao sistema de tratamento de águas municipais :  basicamente,  a água de abastecimento publico é retirada de um corpo d’agua, (rios, represas, lagos, ), através de bombas é levada até um sistema de armazenamento e nele, por processos físico-quimicos, purifica-se a água, e com a inclusão de produtos sanitizantes, potabiliza-se para então permitir sua distribuição à população.
No processo de tratamento, basicamente , realiza-se uma filtração através de gradientes de areia, na qual os detritos suspensos são retirados . Com o passar do tempo e das filtragens, estes filtros colmatam, isto é, não filtram mais, e precisam ser limpos. Quando então estes filtros são retro-lavados, estas águas com aparência de lama são devolvidas para o corpo d’água que foi inicialmente coletada.  Este é o cenário de quase 100% das ETAs no Brasil.
No tratamento destas águas de retro lavagens dos filtros,  entra em cena o sistema de bolsas deságuadoras.  Estes sistemas,  permitem realizar a percolação seletiva no lodo, isto é, o tecido da estrutura da bolsa é permeável para a água mas não para o particulado, que fica retido no interior da bolsa.
As águas percoladas, agora livres de material particulado, podem ser direcionadas ou para reaproveitamento para outras atividades, até industriais, chamadas Agua de Reuso,  inclusive até geradora de renda  com sua comercialização. Aliás, este é um modelo já adotado pela SABESP , com grande procura pelas industrias , pois seu custo é menor se comparado ao da água potável distribuída pela mesma.   
O aproveitamento do lodo, que ficou retido no interior do sistema desaguador, poderá então seguir várias rotas de reutilização , com cunho  econômico e social, além do ambiental, como produção de tijolo ecológico (engobe) , placas de piso, utilizados para a edificação de moradia popular, inclusive integrando a comunidade , capacitando-a para sua produção e utilização.
O processo é simples, ambientalmente, socialmente correto, econômico e  pode ser aplicado sem contra indicação em qualquer ETA.
Lama resultante da retro-lavagem de ETA

Testes definem o tipo de trama do tecido da bolsa mais conveniente para o desaguamento e retenção do particulado

Enchimento da bolsa geotextil com lodo bombeado do Decantador da ETA


Atingida a capacidade volumetrica de acumulo dos solidos na bolsa, o lodo desaguado pode ser reaproveitado para a fabricação de tijolos (engobe) , e a agua percolada, reaproveitada como Água de Reuso.


Ganha a natureza, ganha o homem.

Renato Ariboni -  Biólogo       ariboni.renato@gmail.com